Musical sobre Donna Summer ilumina figura essencial da disco

19/03/2020

 Musical sobre Donna Summer ilumina figura essencial da disco

 A música pop, como a conhecemos hoje, provavelmente seria outra sem a existência de Donna Summer. A cantora americana, considerada rainha da disco e da dance music, praticamente moldou esses gêneros musicais a partir da década de 70, quando se uniu aos produtores Georgio Moroder e Pete Bellotte, se tornando um sucesso mundial ao vender mais de 200 milhões de discos.

Seus hits I Feel Love, Hot Stuff, Bad Girls e No More Tears (Enough Is Enough) ferviam nas pistas de dança e estações de rádios daquela época dourada. Durante sua carreira, emplacou 32 singles no Hot 100 da Billboard, sendo que catorze deles chegaram ao top 10 e quatro ao primeiro lugar. Em 1978, ganhou um Oscar de melhor canção com Last Dance, escrita por Paul Jabara e da trilha do filme Até que Enfim É Sexta-Feira.  

Sua morte aconteceu em 17 de maio de 2012, aos 63 anos, vítima de um câncer de pulmão. No entanto, deixou um legado musical incontestável que poderá ser relembrado no espetáculo Donna Summer Musical, que estreou em 5 de março no Teatro Santander, em São Paulo, e fica em cartaz até 3 de maio.

Com direção de Miguel Falabella, o musical de sucesso da Broadway faz um panorama da vida pessoal e artística de Donna Summer, interpretada por três atrizes e cantoras brasileiras. Jeniffer Nascimento, integrante do extinto grupo Girls e co-apresentadora do The Voice Brasil, vive a artista no auge da era disco, enquanto Karin Hils, conhecida por seu trabalho na girl group Rouge, faz a artista já madura e consagrada. A novata Amanda Souza ficou encarregada de viver a fase da Donna jovem.

“É uma honra e um privilégio poder homenagear essa artista tão incrível, uma diva no real sentido da palavra. Para mim, é um presente saber que fui cotada para contar essa história”, diz Karin Hils. A carioca, de 41 anos, confessa que sempre foi fã da cantora, mas não sabia de muitos detalhes de sua biografia. “Eu conhecia a grande maioria de suas músicas, pois são muitos hits, no entanto, não tinha o conhecimento de sua história”, afirma.

Para Jeniffer Nascimento, de 26 anos, esse é grande desafio de sua carreira. Mesmo já tendo estrelado outros musicais de peso, como Hairspray, Hair e Mamma Mia, ela revela: “Interpretar Donna Summer no início da carreira, no auge e quando tudo começa a desandar em volta de sua vida é uma responsabilidade muito grande. É um turbilhão de emoções”.

A chance de integrar o musical apareceu após uma performance realizada ao atuar em uma novela das 7 recém-exibida pela Globo. “Quando eu estava fazendo Verão 90, Jorge Fernando [diretor geral] colocou uma cena em que eu precisava cantar Last Dance. Então, a partir desse momento, comecei a saber mais sobre Donna Summer e virei fã. Hoje, no meu carro só toca músicas dela e canto todas. Estou vivendo a personagem 24 horas por dia”, diz Jeniffer.

Das três, a mais “desconhecida” é Amanda Souza, também de 26 anos. A paulista de São Caetano do Sul foi escolhida nas audições feitas para a personagem. Com formação em piano clássico, canto erudito e passagem pela Academia de Ópera do Theatro São Pedro, ela se encanta não apenas pela obra construída por Summer, mas também pela imagem e força que a cantora representava como pessoa.

Ela era uma mulher corajosa, forte e que levantava a bandeira do feminismo. Uma mulher que sempre esteve à frente do seu tempo. Então, poder vivê-la no musical é um orgulho”, falou a jovem. Vale ressaltar que Donna quebrou barreiras: o videoclipe da canção She Works Hard for The Money foi o primeiro de uma mulher negra a ser reproduzido em grande escala na MTV americana.

“Donna Summer tinha um alcance vocal gigantesco. Essa é minha maior dificuldade em interpretá-la no palco”, afirma Amanda. “Também há a questão do rótulo ‘Queen of Disco’, que ela carregava. É uma responsabilidade enorme que estamos tendo”, diz, antes de revelar que seu primeiro contato com a obra da cantora foi por meio da versão de Beyoncé para Love to Love You Baby. Só depois Amanda se aprofundou em seu trabalho.

Mesmo com a experiência que tem, Jeniffer também pena para dar vida à rainha da disco. “Cantar, dançar e interpretar exige muito foco e preparo. No início, tinha dúvida se deveria imitá-la ou achar a minha versão da cantora. Depois que entramos em um consenso de que deveríamos ter a liberdade para criar a nossa ‘própria Donna’, fiquei aliviada”, relembra.

Madonna: das acrobacias às dores excruciantes no palco

18/03/2020
 MADONNA - 10 SUCESSOS ANOS 80 - YouTube

Madonna: das acrobacias às dores excruciantes no palco

“O tempo não espera por ninguém, também não irá esperar por mim”, cantam os Rolling Stones em Time Waits for no One. A inexorabilidade do tempo também está pesando, agora, para Madonna. No domingo passado, ela foi obrigada a cancelar mais uma data da turnê Madame X por causa de “dores insuportáveis”. “Quando subi ao palco para cantar Batuka, eu estava às lágrimas por causa das minhas contusões”, escreveu ela, em sua conta no Instagram. O fato é que a hoje sexagenária diva da música pop não tem mais condições físicas para executar as coreografias aeróbicas que suas performances exigem. E que as piruetas de tempos atrás cobram hoje o seu preço – que não está sendo barato, visto que Madame X tem sido um campeão em cancelamentos. Madonna, que se declara uma “guerreira”, anunciou que está na hora de escutar os avisos de seu corpo. Diante do iminente término das turnês espetaculosas da cantora, posto aqui cinco momentos em que ela fez história no showbiz.

BLONDE AMBITION (1990)

Foi a terceira turnê da cantora americana e uma de suas mais ambiciosas. Tinha cenários inspirados no filme expressionista alemão Metropolis (um dos cinco dispostos na apresentação), figurinos de Jean Paul Gaultier e simulação de masturbação durante Like a Virgin. Madonna foi assistida por mais de 800 000 pessoas e chegou a ser acusada de blasfêmia pela igreja católica. Parte desse imbroglio musical/religioso/pessoal foi exposto no documentário Na Cama com Madonna.

THE GIRLIE SHOW (1993)

Outra turnê recheada de elementos, digamos, sexuais. Que já eram tratados em Erotica (1992), disco que gerou o material dos shows. A apresentação foi descrita como uma mistura de “show de rock, de moda, desfile carnavalesco e um toque de cabaré”, ele marcou a primeira visita da cantora americana ao Brasil. A performance no estádio do Maracanã, Rio, atraiu 120 000 pessoas. Like a Virgin, dessa vez, virou uma canção de cabaré, na qual Madonna encarnava uma Marlene Dietrich dos tempos modernos.

CONFESSIONS TOUR (2006)

Uma performance respeitável para um dos melhores discos da cantora americana – Confessions on a Dance Floor, no qual ela surgia mais dançante. O cenário fazia referência a movimentos musicais como glam e disco e faturou cerca de 195 milhões de dólares (242 milhões nos dias de hoje). O momento em que cantava Live to Tell numa cruz estilizada e com uma coroa de espinhos causou polêmica entre grupos cristãos.

STICKY & SWEET TOUR (2008/2009)
A turnê marcou a segunda vinda da cantora ao Brasil e foi outro sucesso de faturamento: 282 milhões de dólares (328 em valores atuais). Foi gerada a partir do disco Hard Candy, de 2008, no qual fazia parcerias com os astros da então emergente cena pop – Britney Spears, Justin Timberlake e Britney Spears. Madona chamou a atenção pela invejável forma física e pelo cenário, que por vezes fazia referência à Nova York dos anos 80.

REBEL HEART TOUR (2015/2016)

A décima turnê de Madonna teve como inspiração desde o musical Grease, levado aos cinemas por John Travolta e Olivia Newton John, ao épico 300. Musicalmente, é uma das turnês mais abrangentes de sua carreira, indo dos anos 80 para os dias atuais em cerca de 20 canções. O faturamento chegou a 170 milhões de dólares.

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Selena Gomez anuncia lançamento de álbum com músicas inéditasas

18/03/2020

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Selena Gomez anuncia lançamento de álbum com músicas inéditas em abril.

Selena Gomez não conteve a emoção ao compartilhar com os seguidores, nas redes sociais, o lançamento da versão do álbum Rare.

“Muitos de vocês sabem o quão animada estava para lançar uma música chamada Boyfriend. É uma música alegre sobre se afundar e se reconstruir de novo e de novo no amor, mas também sobre saber que você não precisa de ninguém além de si mesma para ser feliz” publicou a cantora no perfil oficial no Instagram.

Selena Gomez também explica que a música foi escrita muito antes da pandemia do novo coronavírus e que o trabalho não está em primeiro lugar na lista de prioridades da vida dela.

“Escrevemos isso bem antes da crise atual, mas acho no contexto de hoje que eu quero ser clara: Boyfriend não está nem perto do topo da minha lista de prioridades. Como o restante do mundo, estou rezando por segurança, união e recuperação durante essa pandemia”, declarou.

Na sequência, a cantora disse que vai doar parte da verba que arrecadar com o novo álbum para a luta contra a covid-19. “Vou doar pessoalmente para o Fundo de Recuperação da covid-19 e doarei também US$ 1 de cada venda em minha loja oficial a partir de agora. Rare (Deluxe), com Boyfriend, saiu no dia 9 de abril”. Além da canção, duas faixas inéditas estarão no trabalho She e Souvenir.

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